Política militar del Gobierno de Rousseff: reflexiones sobre la actuación de las Fuerzas Armadas en las UPP y la MINUSTAH

  • Suzeley Kalil Mathias Programa Interinstitucional de Posgrado en Relaciones Internacionales (Unesp, Unicamp, PUCSP) ‘San Tiago Dantas’ y FCHS-UNESP.
  • Bruce Scheidl Campos Programa Interinstitucional de Posgrado en Relaciones Internacionales (Unesp, Unicamp, PUCSP) ‘San Tiago Dantas’
  • Leandro Fernandes Sampaio Santos FCHS-UNESP
Palabras clave: Fuerzas Armadas, política exterior, política militar, Dilma Rousseff, Unidades de Policía Pacificadora (UPP), MINUSTAH.

Resumen

Este artículo busca responder cómo las operaciones de garantía del orden encajan en la política militar del Gobierno de Dilma Rousseff y cómo tales misiones se relacionan con la implantación de las Unidades de Policía Pacificadora (UPP), actual atributo de la seguridad pública del gobierno carioca y, por extensión, el brasilero. ¿Las misiones de las Fuerzas Armadas brasileras refuerzan o están en conflicto con la política exterior del país? Para analizar el tema, este texto se divide en tres partes. En la primera se realiza una revisión de la legislación sobre las Fuerzas Armadas brasileras, así como la política militar que tiene vigencia en este país, planteando las bases teóricas para la comprensión del tema de estudio. Posteriormente se analiza qué son y cómo surgieron las UPP en la ciudad de Río de Janeiro; y finalmente se examinan algunos aspectos de la participación de las Fuerzas Armadas brasileras en la Misión de las Naciones Unidas para la Estabilización de Haití (MINUSTAH).

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Documentos

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Publicado
2016-04-29
Cómo citar
Mathias, S., Campos, B., & Santos, L. (2016). Política militar del Gobierno de Rousseff: reflexiones sobre la actuación de las Fuerzas Armadas en las UPP y la MINUSTAH. Íconos - Revista De Ciencias Sociales, (55), 115-138. https://doi.org/10.17141/iconos.55.2016.1917