Movimientos indígenas y redes de movilización: el caso de la Usina Hidroeléctrica de Belo Monte en Brasil/ Indigenous movements and mobilization networks: the case of Belo Monte Hydropower Plant in Brazil

  • Lucas Milhomens Fonseca Universidad Federal de Amazonas
  • Maria da Glória Gohn
Palabras clave: Amazonía, Amazônia, Redes de movilización, Movimento Indígena, movimiento indígena, Usina Hidrelétrica de Belo Monte, Usina Hidroeléctrica de Belo Monte

Resumen

El presente trabajo es resultado parcial de investigación de doctorado desarrollada en el Programa de Postgrado en Educación de la Universidad Estadual de Campinas (Unicamp) y en un ámbito mayor tiene como objetivo central analizar los movimientos sociales de la Amazonia brasileña en el contexto de grandes proyectos infraestructurales. En el caso específico de este artículo nos proponemos comprender cómo los movimientos indígenas de esta región se organizan a través de lo que estamos llamando "redes de movilización". A lo largo del texto nos preguntamos cómo estos grupos ampliaron sus procesos de resistencia contra los grandes proyectos planeados para la Amazonia, en especial la construcción de centrales hidroeléctricas. También analizamos cómo estas organizaciones utilizan nuevas herramientas de comunicación como Internet y sus recursos mediático-digitales. El locus de nuestro estudio es la Usina Hidroeléctrica de Belo Monte, ubicada entre las ciudades de Vitória do Xingu y Altamira, ambas en el Estado de Pará (Brasil), donde está ubicada la mayor obra desarrollada por el Gobierno Federal brasileño en la última década y que viene generando enormes impactos socioambientales y conflictos sociales.

 

Abstract

This study is a partial result of doctoral research developed at the Post-Graduate Studies Program in Education at the State University of Campinas (Unicamp) and in a broader scope has the main goal of analyzing social movements of the Brazilian Amazon region in the context of large infrastructure projects. In this article’s case we propose to understand how indigenous movements of this region organize through what we call “mobilization networks”. Throughout the text we problematize how these groups have widened their resistance processes against the large projects planned for the Amazon, especially the construction of hydropower plants. We also analyzed how these organizations utilized new communication tools such as the Internet and its media-digital resources. The locus of our study is the Belo Monte Hydropower Plant, located between the cities of Vitória do Xingú and Altamira, both in the state of Pará, where the biggest construction work developed by the Brazilian federal government in the last decade is located and which has been generating major environmental impact and social conflict.

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Biografía del autor/a

Lucas Milhomens Fonseca, Universidad Federal de Amazonas
Profesor Asistente de la Universidad Federal de Amazonas (Ufam)
Doctorado en Educación por la Universidad Estadual de Campinas (Unicamp).

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Publicado
2017-12-05
Cómo citar
Fonseca, Lucas, y Maria da Glória Gohn. 2017. Movimientos Indígenas Y Redes De Movilización: El Caso De La Usina Hidroeléctrica De Belo Monte En Brasil/ Indigenous Movements and Mobilization Networks: The Case of Belo Monte Hydropower Plant in Brazil. Eutopía, Revista De Desarrollo Económico Territorial, n.º 12 (diciembre), 65-80. https://doi.org/10.17141/eutopia.12.2017.2857.